Corredor da RMC pretende melhorar o fluxo de ônibus

Sandro Milani
da redação 3

O Corredor Metropolitano Noroeste que o Governo do Estado pretende implantar na Região Metropolitana de Campinas (RMC) tem o objetivo de melhorar o sistema de transporte coletivo e conseqüentemente desafogar o trânsito de ônibus na região central de Campinas, já que os passageiros serão entregues em terminais e estações de transferência para só assim chegar ao centro da cidade. O sistema estabelece a ligação viária metropolitana dos municípios que concentram cerca de 70% da demanda de transporte da região, com movimento de cerca de 116.000 passageiros por dia.
O projeto prevê ainda a criação de 6 terminais e 7 estações de transferência, a construção de uma pista exclusiva de ônibus com 37 km de extensão, a integração dos sistemas de transporte coletivo e por fim a bilhetagem eletrônica que atenderá uma população de 1,8 milhão habitantes.

Segundo a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), o primeiro trecho já foi inaugurado e contemplou a ligação Campinas-Hortolândia, incluindo os terminais nas cidades de Campinas, Hortolândia e Monte Mor, bem como a Estação de Transferência Anhanguera na avenida Lix da Cunha. A segunda fase já em execução ligará a cidade de Hortolândia a Americana, atravessando Sumaré e Nova Odessa. A ligação entre Sumaré e Hortolândia, em execução, estará concluída em meados de 2009. Com relação às obras nos municípios de Sumaré e Nova Odessa, a EMTU informou que já abriu negociações com as Prefeituras para a implantação das obras naqueles municípios.

O traçado original do Corredor Metropolitano sairá da área central de Americana até o centro de Campinas, passando por Nova Odessa, Sumaré e Hortolândia, além das interligações com Santa Bárbara d’Oeste e Monte Mor. O investimento previsto para a obra é de 153 milhões de reais.

Para o especialista em trânsito José de Ameida Sobrinho, só investimentos do governo estadual não bastam. É preciso que os municípios colaborem e trabalhem de forma integrada. Algumas medidas neste sentido, na opinião do especialista seriam, a construção de novas vias ao longo das estradas de ferro e alargamento das vias que já existem. Almeida afirma que essas providências são indispensáveis para reorganizar o trânsito e, conseqüentemente, melhorar o fluxo de ônibus, principalmente na região central de Campinas. Ele acredita que sem isso, a redução não passará de 10 a 15% no fluxo.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s