A fantástica obra de Lenin Vásquez

PITANGA DIGITAL

Lenin Vásquez é desses artistas que quando descobrimos sua existência pensamos: “como é possível nunca ter ouvido falar dele?”. Sua obra é comovente e muita rica esteticamente.

Vásquez nasceu em Oaxaca, México, mas vive no Distrito Federal do país desde 2005. Mudou-se para estudar desenho e comunicação visual, abandonando a faculdade de engenharia que frequentava em sua cidade. No entanto, o artista se declara um “oaxaqueño hasta la medula de mis huesos”.

Seu trabalho inclui desde pintura até a ilustração digital, alterando técnicas e estilos em cada imagem. Não existe uma técnica predominante em suas obras, mas, sim, a combinação de vários elementos e técnicas, o que o leva a criar peças únicas.

O artista se especializou em fotografia documental, mas ao perceber que sua fotografia não mudava a vida daqueles que eram retratados em situações desfavoráveis, decidiu dedicar-se a arte e a ilustração, na qual tem trabalhado de forma…

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Recordar é viver…

 Demônios da Garoa fazem show e cantam antigos sucessos na Praça Carlos Gomes

 Bruno Rotoli
bruno_rotoli@hotmail.com

                O grupo Demônios da Garoa, já consagrado em todo o país e principalmente na terra da garoa, São Paulo, se apresentou na última sexta-feira do mês de setembro em Campinas, na Noite da Seresta.

grupo Demônios da Garoa

O tradicional grupo de samba, que tem mais de 60 anos de carreira, possui um grande repertório de músicas próprias e também de canções de Adoniran Barbosa, as quais o grupo imortalizou. Entre essas canções podemos citar: Saudosa Maloca, Samba do Arnesto e Trem das Onze.

A Praça Carlos Gomes, onde o show foi realizado, estava repleta de fãs do grupo e assim que eles subiram no palco, ou melhor, em cima do coreto da praça por volta das 20h30, já foram totalmente ovacionados. A primeira música cantada pelo grupo foi Tiro ao Álvaro, de Adoniran Barbosa,e esta fez com que todas as gerações ali presentes cantassem a música do início ao fim.

Para seu José Xavier,aposentado, o grupo é o único que ainda consegue manter um sambinha no mesmo estilo há anos. Ele, que morou em São Paulo durante a sua juventude, não esquece quando seus amigos cariocas vinham visitá-lo e ele cantava Trem das Onze. Os amigos falavam que este era um samba tipicamente paulista, visto que conforme a própria música diz, o jovem tem que voltar para a casa antes das onze horas, tanto pelo fato de ser o último trem quanto pelo fato dele ter que cuidar da casa e da sua mãe.

Maria Auxiliadora, aposentada, que é fã das músicas dos anos 60 e 70, não perde nenhum show. Ela, que se reúne com seus amigos toda semana para jogar carteado, já deixou marcado com os amigos que toda última sexta do mês (quando acontece o evento Noite da Seresta), os jogos tem que acontecer na sua casa. Maria que mora em frente à praça, diz que não há coisa melhor do que quando os jogos têm fundo musical. Ela consegue unir seus dois hábitos prediletos, que são escutar música ao vivo, direto da praça, e jogar baralho.

Segundo Inês Barbosa, aposentada, não há nada melhor do que vir na praça, numa sexta à noite e ficar escutando grandes nomes da música brasileira, como Moacyr Franco, Demônios da Garoa, Vanderléia, Benito di Paula entre outros que já se apresentaram. A aposentada ainda disse que estes shows trouxeram vida novamente à praça e mostrou para os jovens para que serve um coreto numa praça, além é claro, de que agora a prefeitura tem que manter a praça limpa e bem conservada, já que durante muitos anos está praça foi esquecida. “Hoje em dia aqui tem uma boa iluminação, com os jardins bem cuidados e com o coreto preservado”.

 

grupo cantando no coreto

Noite da Seresta é um programa realizado em praça pública, que começou a ser feito na gestão do atual prefeito da cidade, Hélio de Oliveira Santos, no ano de 2005. Este show integra o programa Campinas é Cultura, que traz atividade cultural tanto na região central quanto nos bairros. Segundo o site da prefeitura, o objetivo principal do projeto é resgatar a ideia de realizar eventos em praças.

Os shows normalmente começam com um grupo ou um músico de repertório variado e que começa a aquecer o público para o show principal. Logo em seguida, mais ou menos umas 20h30 o artista principal entra em cena e é nesta hora em que começa a crescer o número de espectador.

Câmara de Jundiaí tem velhos conhecidos e apenas uma mulher

Marilena Negro é a única mulher da nova câmara

Marilena Negro é a única mulher da nova câmara

Tatiane Bardi
Redação 01

 

Quem imagina que a Câmara Municipal de Jundiaí sofrerá grandes mudanças, se engana. Isso porque o Legislativo contará com apenas 8 novos vereadores, o que corresponde à metade do número de cadeiras disponíveis. O mais antigo da casa de leis, Antônio Carlos Pereira Neto (PP), o Doca, conseguiu se manter no cargo com 3.337 votos e assumirá no próximo ano sua oitava legislatura. Mesmo com numerosas acusações, Enivaldo Ramos de Freitas (PTB), mais conhecido como Val, liderou o ranking eleitoral atingindo 4.101 votos. “A população mostrou que acredita em mim”, disse ele após a contagem dos votos.
Para o próximo ano, Marilena Negro (PT) será a única mulher a ter um espaço na tribuna. O motivo é a negação sobre o registro a candidatura de Ana Tonelli (PMDB). A atual vereadora, e que também já assumiu a presidência da Câmara em 2002, não poderá reassumir o cargo por ter contas rejeitadas no período em que liderava a Casa. A candidata ainda pode recorrer ao Tibunal Regional Eleitoral, pedindo esclarecimentos sobre a decisão, já que obteve 2.556 votos nestas eleições. Quem assume o lugar de Ana Tonelli é Márcio Cabeleireiro (PR). O candidato, que possui um salão de beleza no Jardim Tarumã – periferia da cidade – conseguiu a margem de 1.689 votos. “Estava muito ansioso pela resposta do TRE. É a melhor notícia que já recebi na minha vida. Como cidadão, tentava ajudar como podia. Agora com o mandato, acho que será mais fácil”. O Redator Online tentou o contato com a vereadora Ana Tonelli, mas não obteve respostas