A fantástica obra de Lenin Vásquez

PITANGA DIGITAL

Lenin Vásquez é desses artistas que quando descobrimos sua existência pensamos: “como é possível nunca ter ouvido falar dele?”. Sua obra é comovente e muita rica esteticamente.

Vásquez nasceu em Oaxaca, México, mas vive no Distrito Federal do país desde 2005. Mudou-se para estudar desenho e comunicação visual, abandonando a faculdade de engenharia que frequentava em sua cidade. No entanto, o artista se declara um “oaxaqueño hasta la medula de mis huesos”.

Seu trabalho inclui desde pintura até a ilustração digital, alterando técnicas e estilos em cada imagem. Não existe uma técnica predominante em suas obras, mas, sim, a combinação de vários elementos e técnicas, o que o leva a criar peças únicas.

O artista se especializou em fotografia documental, mas ao perceber que sua fotografia não mudava a vida daqueles que eram retratados em situações desfavoráveis, decidiu dedicar-se a arte e a ilustração, na qual tem trabalhado de forma…

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Filhos de estimação

A configuração das famílias está mudando e pessoas tratam seus animais como seres humanos

Jéssica Momentel (jmomentel@hotmail.com)

Os animais de estimação, sejam eles cães, gatos ou até mesmo cavalos, estão cada vez mais “humanos”. Com nomes de gente, usando roupas, jóias, perfumes, recebendo comida especial e sendo tratados como verdadeiros reis e rainhas, eles deixaram de ser os melhores amigos do homem para se transformarem em filhos.

Sim, é como filhos que muitos humanos hoje tratam seus bichos. Eles se tornaram o centro das atenções.           

A psicóloga Marilice Franco explica que a hipótese para este fenômeno é que a configuração da família está mudando. “Com a correria do dia-a-dia, as pessoas se sentem mais sozinhas, por isso passam a considerar o animal como filhos”, comenta. 

Hana, Luana, Zara e Gabi são tratadas como filhas por Fabiana e Sandro

E não precisa procurar muito para encontrar exemplos de humanização dos animais. Na casa da revisora de texto, Fabiana Dias de Palma, de 37 anos, e do engenheiro mecânico, Sandro Palma, de 36 anos, as yorkshires Hana, Luana, Zara e Gabi fazem parte da família. 

 “É como se elas fossem nossas filhas. Às vezes, para chamá-las eu falo: ‘vem com a mamãe’ e minha filhinha Helena, de dois anos, pensa que estou falando com ela e responde”, comenta Fabiana.

A atenção com as yorkshires é tanta que a revisora de texto já fez até festa de aniversário para as cachorrinhas.

“Eu sempre tive vontade de fazer uma festinha para elas, porém nunca tinha tempo. Mas, neste ano deu certo do aniversário da Zara ser em um sábado. Eu e a Helena aproveitamos e fizemos um bolo, colocamos a velinha e cantamos parabéns. Todas as cachorrinhas ficaramem volta. Foibem bacana”, conta Fabiana.

Amor incondicional

A psicóloga Marilice destaca também que a humanização dos bichos ocorre porque as pessoas acham que a interação com os outros seres humanos ficou complexa demais e acabam transferindo esse amor para um animal de estimação.  

A gata Dara e a égua Jade são as paixões de Mariani

A designer Mariani Camargo, de 27 anos, não esconde a paixão que tem por sua gata Dara e pela égua Jade. “Como não tenho muitas

amigas me apeguei a elas”, afirma.

“As trato como seres humanos. Meu carinho é tão grande que, às vezes, me esqueço que elas são animais”, ressalta.

E Mariani completa. “A Jade me ajuda a fugir do estresse, pois pratico hipismo rural com ela. E a Dara é o meu amor, minha paixão. Eu mimo demais ela. Às vezes, minha mãe chega a ter ciúmes da nossa relação”, revela. 

 Relação quase perfeita

Um animal de estimação não reclama se você demora para voltar do trabalho ou de uma festa, muito mesmo critica se você não quer dar uma volta no quarteirão. É por isso que muitas pessoas acreditam que este seja o tipo de relação perfeita.

No entanto, Marilice alerta que quando os bichos são tratados como humanos eles podem perder a referência. “Portanto, o que importa é oferecer o necessário a eles, sempre os tratando com respeito e carinho”.

A psicóloga enfatiza ainda que humanização ao extremo pode ser prejudicial tanto para as pessoas quanto para os bichinhos.

“Muitos seres humanos não sabem, por exemplo, lidar com a morte do seu animal de estimação e isso acaba gerando vários outros problemas, assim como os bichos também sentem a ausência de seus donos quando eles falecem”, finaliza.

Tentações da mesa

Tentações da mesa

Thaísa Lopes (thaisa_mlopes@hotmail.com)

Para nutricionista, Mariana Fischer, é possível comer em restaurantes e perder peso

Comer fora de casa está se tornando cada vez mais comum entre os brasileiros. Foi o que mostrou o estudo “Os brasileiros e as refeições” publicada pelo Instituto Data Popular que revela que 65,5 % da população costumam comer fora de casa. Com o crescimento econômico e com mais brasileiros inseridos no mercado de trabalho, o almoço é a refeição mais feita fora de casa.

 A alimentação diária fora de casa pode levar algumas pessoas ao consumo exagerado de proteína e frituras, que ocasionam não só o aumento de peso, como também doenças como pressão alta e colesterol. A nutricionista Mariana Fischer, afirma que os restaurantes por quilo são as melhores opções devido à variedade de alimentos. “Isso porqueem lugares Self-Service(à vontade) a pessoa acaba comendo demais e quando é a La Carte há um consumo exagerado de carboidrato”, diz.

 A estudante Carolina Dematé costuma comer três vezes por semana fora de casa e acredita que é mais fácil manter uma alimentação balanceada comendo em restaurantes do que preparando a própria comida. “Não tenho tempo para cozinhar, então acho que é mais fácil comer fora porque os alimentos já estão dispostos e só preciso escolher. Se tivesse que preparam teria que ser algo rápido, como o miojo”, afirma.

 A dica da nutricionista é propor uma troca de alimentos. Por exemplo, o arroz branco pelo arroz integral, a carne vermelha pelo frango ou peixe e é claro, inserir mais verduras e legumes na alimentação diária. “No começo é preciso fazer um pouco de esforço, mas posso afirmar com toda certeza que é possível comer em restaurante e emagrecer, basta se adaptar”, ressalta.

Mudança de hábitos

Os clientes já conseguem resistir aos pratos mais calóricos

Os restaurantes já percebem a mudança de hábito das pessoas em relação a comida. A proprietária do restaurante Salsinha e Cebolinha de Campinas, Tereza Batista conta que o cardápio diário é feito com a preocupação de incluir alimentos menos gordurosos e também para vegetarianos. “Notamos que vem aumentando diariamente a procura por uma alimentação saudável, tanto que os alimentos mais consumidos no restaurante são saladas, frutas e sucos”, afirma.

 Mas nem sempre é fácil mudar os hábitos alimentares. A estudante Letícia Nogueira que come três vezes por semana fora de casa optava antes sempre pelas massas. “Se não comia massa no restaurante, ia a uma padaria e comia misto quente. Salada era coisa rara”, diz.

 Há duas semanas essa realidade mudou. A estudante começou uma reeducação alimentar com a ajuda de uma nutricionista e já sente diferença não só na balança, mas também na saúde. “Tinha muito dor de estômago, a má alimentação já estava prejudicando minha saúde. Hoje mesmo com um pouco de dificuldade em mudar meus hábitos, sinto um bem estar maravilhoso”, conclui.

 A nutricionista alerta, que as pessoas que querem perder peso devem procurar um profissional para que ele oriente a melhor alimentação para cada tipo de pessoa. “Antes de tudo é feito um estudo e uma série de exames para saber a condição física do paciente e depois disso, montamos o cardápio adequado”, afirma.

 O químico Eduardo Pereira, que trabalha como representante de vendas, come fora todos os dias da semana, mas já tem a sua rotina hábitos saudáveis. “Tive que adaptar a minha alimentação depois que tive problemas no joelho e ganhei muito peso. Como estou cada dia em uma cidade diferente, gosto de comer em lugares que me dão mais variedade de alimentos”, ressalta. Para ele o segredo é começar com a salada e depois comer uma carne magra, porções pequenas de arroz, feijão e muitos legumes. “Nos finais de semana, abro exceções para comer aquilo que gosto, mas também não exagero. Hoje me sinto outra pessoa”, conclui.

 Há também aqueles que não dispensam o “docinho” depois das refeições. Para esse grupo, a nutricionista diz que o chocolate meio amargo ou amargo é a melhor opção, mas sem exageros. “Além do chocolate amargo, as frutas secas como o damasco ou a uva passa podem diminuir a vontade do doce”, ressalta.

 Conheça os mitos e as verdades de uma boa alimentação:

 INGERIR LÍQUIDOS DURANTE AS REFEIÇÕES FAZ MAL?

 -VERDADE. Tomara líquidos durante as refeições leva a dilatação do estômago. O ideal é ingerir líquidos trinta minutos antes ou depois das refeições. Outra dica é chupar uma laranja enquanto come.

 SER VEGETARIANO SIGNIFICA SER MAGRO?

 – MITO. Muitas vezes a pessoa acaba consumindo muito carboidrato para “substituir’ a carne. Além disso, pode ser preciso complementar a alimentação com outros nutrientes.

 POSSO COMER SALADA À VONTADE?

 – DEPENDE. As folhas verdes como alface e rúcula, por exemplo, estão liberadas. O único cuidado é não exagerar no sal.

 CHÁ VERDE AJUDA NO EMAGRECIMENTO?

 – VERDADE. O chá verde acelera o metabolismo, mas não vale exagerar. A quantidade permitida por dia é de10 gramas e deve ser consumido na hora, senão ele perde as propriedades.

O perigo das redes sociais

O perigo das redes sociais

 

 

Cada vez mais o uso excessivo dos sites de relacionamento acarreta problemas psicológicos, sociais e alimentares

As redes sociais, como as mais acessadas Orkut, Facebook e Twitter, estão cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, provocando vícios e problemas psicológicos e de saúde.

Segundo a psicóloga e professora Anna Cristina Nunus, o vício não apenas cresce assustadoramente  como já é problema de saúde pública e atinge não só os usuários adultos, mas principalmente crianças e adolescentes. “Estudos são feitos há 15 anos e percebeu-se que a dependência pela Internet não é semelhante ao vício por álcool e drogas e sim um transtorno de controle dos impulsos. É difícil de resistir ao impulso e o uso da Web se torna patológico que acaba em perda progressiva de controle e aumento do desconforto emocional.”

Ainda de acordo com a psicóloga, tal panorama se dá em função do crescimento acelerado do acesso a Internet a população em geral e devido ao Brasil liderar sistematicamente a lista dos países que apresentam os maiores crescimentos da conexão doméstica no mundo. “O tratamento das dependências tecnológicas traz vários aspectos psicológicos, como a baixa auto-estima e depressão. E aspectos sociais, como a solidão, isolamento e o estilo de vida nos grandes centros urbanos”.

Outro ponto que a psicóloga destaca é a importância do controle dos pais em relação às redes sociais. “É preciso que os pais estejam atentos ao uso das redes sociais pelos filhos, tanto pelo conteúdo como pelo excesso de tempo. É preciso delimitar um espaço para que posteriormente não ocorra problemas.”

Além de problemas psicológicos e sociais, o excessivo uso da internet acarreta problemas de saúde, como distúrbios alimentares. Um estudo feito pela Universidade de Haifa, em Israel mostrou que jovens, principalmente garotas que passam mais tempo conectadas mais sofrem de distúrbios alimentares, como  bulimia, anorexia, insatisfação física, auto-imagem negativa, rejeição à alimentação e dietas para emagrecimento.

Segundo a nutricionista Daniela Pissinato, os dois tipos principais de distúrbios são a anorexia nervosa e a bulimia nervosa. Nestes distúrbios há o envolvimento de fatores psicológicos, emocionais, cognitivos, fisiopatológicos e alimentares, levando o indivíduo a apresentar uma imagem corporal distorcida da realidade.

“O diagnóstico muitas vezes não é percebido devido à pouca atenção dada ao problema, considerando que a jovem passa parte de seu dia em frente ao computador. Na anorexia por exemplo, o peso corporal chega abaixo de 85% do peso ideal,” explica a nutricionista.

Um exemplo é a estudante Carina Gomes, 16 anos, é um exemplo de como a internet, principalmente as redes sociais, estão presentes em seu cotidiano. “Acesso a internet todos os dias. Antes e depois da escola, passo horas conversando com meus amigos e se eu deixo de acessar a internet pelo menos umas três vezes ao dia, eu já me sinto mal”.

Esses problemas possuem grande importância no Brasil, visto que na América Latina, os brasileiros são o povo que mais acessa a internet, com 40 milhões de habitantes conectados.A estimativa é que os sites de relacionamento sejam responsáveis por 62% de todo o tráfego. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope Nielsen Online, o perfil dos usuários das redes sociais são jovens e adultos, na maioria do sexo masculino, representando 15,5 milhões de pessoas. Quanto à idade, a faixa etária entre 12 a 17 anos possui o melhor índice de afinidade por páginas.

Confira abaixo o infográfico que mostra o perfil e as características das principais redes sociais no Brasil e também um vídeo que aborda o crescimento das redes sociais no celular.

                                                  

Fonte: CadeDigital

 

 

 

 

Você sabe o que é Oneomania?

Você sabe o que é Oneomania?

Thaísa Lopes (thaisa_mlopes@hotmail.com)

Doença ligada ao consumo causa pode ser tratada com sessões de terapia e grupos de apoio

 A Oneomania, desordem psicológica na qual a pessoa sente uma enorme pressão para fazer compras, é mais frequente do que se imagina. Para a psicóloga Daisy Kaiser, a pessoa não sente culpa da sua compulsão, ocasionada por fatores como ansiedade e depressão. Ela não se importa com o objeto comprado e pode até descartá-lo depois. “Essa pressão para fazer compras é baseada em uma profunda carência afetiva, sentimento de frustração, um enorme vazio dentro de si e ansiedade descontrolada”, diz.

Mas é importante diferenciar consumidor de consumista. Todos nós somos consumidores, pois precisamos comprar produtos e serviços para nossa sobrevivência. Já o consumista é o descontrolado, o que compra sem necessidade, é quando se perde o senso crítico e se age por compulsão.

A psicóloga conta que o consumismo pode ser aprendido na família e tornar-se um hábito, entretanto quando se gasta mais do que se tem isso pode se transformar em doença: “Os pais podem educar os filhos de maneira a valorizar as melhores marcas, coisas caras ou em grande quantidade. Mas quando a pessoa passa a comprar além de suas possibilidades, isso se torna uma doença, uma compulsão, algo que ela não consegue controlar”, afirma. Mas calma, se você prefere comprar roupas na promoção, por exemplo, não significa que você tem a doença, desde que você tenha consciência do que está sendo comprado e qual a utilidade que isso terá em sua vida.

 O tratamento mais indicado para a Oneomania é fazer uma terapia para que a pessoa tome consciência de sua doença, descubra a sua causa e controle esse impulso. Os grupos de apoio também podem ajudar a pessoa vencer o vício. Já o tempo de duração do tratamento vai variar de acordo com o grau de dependência. “A pessoa pode ficar controlada quando fizer o tratamento psicoterápico, mas não é fácil prever o tempo que isso pode levar. Muitas vezes pode ser necessário o uso de medicamentos para diminuir a ansiedade no início do tratamento”, conclui a psicóloga.

 Além disso, se não for tratada, a Oneomania pode trazer sérios prejuízos financeiros para o compulsivo.

 Publicidade

 Nos dias de hoje as pessoas são bombardeadas a todo tempo por propagandas que oferecem o “produto dos sonhos”, com os melhores preços e as melhores opções de pagamentos.

 A publicitária Jéssica Soligo, conta que a propaganda trabalha com a persuasão e o com a imagem das marcas. “A publicidade é uma comunicação de caráter persuasivo e informativo, que visa defender os interesses das empresas, trabalhamos então com a atenção, memorização e a persuasão”, ressalta.

 Para dar visibilidade à marca é feito o branding, em que se cria uma imagem da marca na qual o público se identifica com ela e o desejo é despertado. “Quando temos a possibilidade de optar por produtos similares, escolhemos o produto de marca na maioria das vezes. Quando isso acontece, o processo de branding fica evidente” completa.

 Conheça os principais sinais da compulsão

Dicas

 Diante de tantas tentações, a psicóloga Daisy Kaiser, destaca algumas táticas para não exagerar na hora das compras:

 – Não vá ao supermercado com fome, pois fatalmente compramos mais do que queremos;

 – Não compre logo na primeira loja, procure mais para ter tempo de refletir a real necessidade daquele produto;

 – Ser crítico quanto às propagandas enganosas percebendo a intenção oculta naquela oferta;

 – Organize previamente o orçamento para ter em mente o quanto pode gastar.

Trailer filme – “Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”, a história de uma jovem que só pensa em gastar

Lady Gaga da Sanfona

Por Gláucia Franchini.

 

Depois de passar por uma fase rebelde, em que Britney Spears era inspiração, a cantora Talita Real se encontrou no sertanejo. Não no sertanejo de antigamente, nem no que para muitos se encaixa no universitário. A cantora criou o seu estilo, que na verdade é uma mescla de vários ritmos e instrumentos. Talita diz que tenta unir em suas músicas o que há de melhor em cada uma das canções. Para ela, o sertanejo universitário foi o estilo que permitiu o encontro dessas melodias.

 

Talita Real tem 28 anos, é de São Paulo, mas ultimamente está morando em Vinhedo.

Neste ano de 2011, Talita já abriu vários shows importantes na região, como o da própria dupla Chitãozinho e Xororó e também de Fernando e Sorocaba.

A cantora também gravou um CD, com músicas bem animadas e que cumprem a proposta de junção de ritmos. Além disso, as letras mostram as características de uma mulher decidida e independente, como na música “Eu quero ser a outra”.

Não é uma poliana, mas incorpora Ladi Gaga num estilo mais sereno.

Além da junção de estilos, um encontro que até então parecia bem improvável, acaba acontecendo nos shows de Talita Real, que faz um cover de Lady Gaga embalado pela sanfona.

Até a musicalidade tranqüila de Roupa Nova ganha uma nova versão na voz da cantora.

Músicas de blues também ganham um embalo diferente. No show  que Talita Real fez no Paulínia Arena Music, no mês de setembro, também houve inovação musical.

 Essa mistura é possível graças à composição da banda de Tailita que tem, além da sanfona e viola, típicas da moda do campo, instrumentos de percussão, teclado, guitarra, baixo e bateria.

Talita também ganhou destaque por sua parceria com o cantor Xororó, da dupla Chitãozinho e Xororó. O cantor é seu padrinho no universo musical, e sobre isso. Talita Real confessa que é um grande sonho, e que às vezes é difícil até, acreditar que se tornou realidade.

E sobre a realização de seus sonhos a cantora se emociona pela naturalidade que sua carreira está caminhando.